Ainda não dispomos de todo o recurso.
Ma, o plano é iniciar a construção da nova sede nos próximos dias.
A Rocha Brasil é uma organização de conservação e educação ambiental, de inspiração cristã, sem fins lucrativos e membro da A Rocha Internacional. Organizada no Brasil no início de 2006, A Rocha Brasil pretende atuar em pesquisas científicas para a conservação dos ecossistemas, promover mudanças de comportamentos e estabelecer parcerias com organizações governamentais e não-governamentais para desenvolver ações socioambientais. A Organização já está presente em 19 países.William Wilberforce e William Pitt são nomes conhecidos de qualquer inglês que tenha prestado um mínimo de atenção às aulas da escola. E um mérito de Jornada pela Liberdade (Amazing Grace, Inglaterra, 2006), que sai agora diretamente em DVD no país, é apresentá-los ao restante do público. Amigos do peito desde a universidade, esses dois prodígios do século XVIII chegaram ao Parlamento britânico no início dos seus 20 anos; aos 24, Pitt se elegeu primeiro-ministro (não à toa ganhou o apelido de "O Jovem", para diferenciá-lo de seu pai, de quem herdou o nome e que também ocupara o cargo). Mas, em vez de só fazer alguns discursos e conchavos, como era costume até então, decidiu fortalecer o cargo e implantar um projeto político. Entre os itens prioritários de sua agenda estava banir o tráfico de escravos, que a Inglaterra liderava, e ao qual ele não podia se opor diretamente, já que a maioria dos parlamentares tirava dele, de alguma forma, sua fortuna. Pitt convocou então Wilberforce para a tarefa, apresentando-o a um grupo de religiosos que eram abolicionistas devotados e convencendo-o a usar toda a sua invectiva, energia e extroversão para pleitear uma lei contra o tráfico. Wilberforce acabou ficando mais realista do que o rei: de 1793, quando iniciou a missão, até a sua morte, em 1833, pôs todo o resto de lado para trabalhar pela abolição, erguendo um movimento que ecoaria, nas décadas seguintes, em outros dois grandes centros escravagistas: os Estados Unidos e o Brasil.
Jornada pela Liberdade é um desses filmes de época que os ingleses fazem como ninguém: é convencional (até quadrado, seria possível dizer), mas meticulosamente bem estruturado e narrado, e tem fartura daquele tipo de ator que floresce nas ilhas: gente que sabe vestir uma meia até o joelho e envergar uma peruca empoada sem que pareça estar numa festa a fantasia. O galês Ioan Gruffudd, de Quarteto Fantástico, é o indominável Wilberforce, que gostava tanto de abrir a cozinha de sua mansão para os mendigos locais quando de entreter figurões em seus salão. O elegante e longilíneo Benedict Cumberbatch interpreta William Pit com um misto cativante de esperteza, secura e afeição. O veterano Michael Gambon (o Alvo Dumbledore de Harry Potter) dá um banho como conservador que se passa para o lado dos abolicionistas, e Albert Finney encarna de forma soberba John Newton, um ex-capitão de navio negreiro que se arrependeu de seus pecados, compôs o belíssimo hino evangélico Amazing Grace e foi o mentor espiritual de Wilberforce.
Pitt e Wilberforce se opunham à escravidão por razões morais, mas eram duas raposas que sabiam como qualquer outro político usar lábia e artimanhas para chegar aonde queriam. A diferença está, claro, no aonde ao qual eles queriam chegar. A argumentação de Wilberforce, exposta em décadas de campanha junto ao público, sobre a inviolabilidade do conceito de que todos os homens são iguais foi tomada de empréstimo em parte pelo presidente americano Abraham Lincoln no ato de 1863 que aboliu a escravidão e praticamente na íntegra por brasileiros como Joaquim Nabuco, Rui Barbosa e o ex-escravo Luiz Gama, que cumpriram no Brasil papel semelhante ao que Wilberforce, desempenhou junto aos ingleses. Eis aí, portanto, o que há de mais inteligente e atual em Jornada pela Liberdade: a defesa que o filme faz da política como uma arena não apenas possível, mas ideal, para o exercício da ética.
Trailer: Clique Aqui.
“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” (Efésios 2.1)
O ano de 2007 foi muito positivo no processo de implantação e fortalecimento do trabalho de apoio destinado aos dependentes químicos e seus familiares. A partir dos grupos de estudos bíblicos, que surgiram nos anos anteriores, buscando interceder pela causa da dependência química, foi se formando uma consciência, cada vez maior, da necessidade de intervenção nesta realidade. Algumas pessoas colocaram seus dons, talentos, comprometimento, maturidade cristã e amor fraterno a serviço de uma ação solidária. Esta fé em ação deu origem ao Grupo de Apoio Familiar que teve sua primeira reunião no dia 13/09/2007, nas dependências da Comunidade São João. O grupo vem se reunindo, semanalmente, às quintas-feiras, às 14 horas, recebendo os dependentes químicos, seus familiares e todo cristão que desejar se engajar no trabalho.
Entre os inúmeros objetivos do grupo citam-se:- criar espaço acolhedor dentro da Comunidade para receber pessoas que estão em luta pela recuperação, assim como apoiar e orientar seus familiares; - oportunizar aos dependentes e suas famílias o conhecimento e vivência de que em uma vida com Jesus e no estudo da Palavra de Deus poderá encontrar a libertação e obter a paz, - incentivar em cada reunião o testemunhar e compartilhar de vidas e experiências,acolhendo os desabafos amorosamente; - fornecer informações científicas sobre as mais variadas substâncias psicoativas lícitas e ilícitas, - transmitir conhecimentos que possibilitem promover um estilo de vida saudável; - estimular relações familiares afetivas e responsáveis; - orientar para tratamento adequado; realizar os encaminhamentos necessários; - propiciar momentos de reflexão sobre a Palavra de Deus e interceder através da oração, etc.
No período, o Grupo de Apoio procurou contato com entidades que prestam serviço na área da dependência química, visando a realização de encaminhamentos adequados. Entre as entidades contatadas, destaca-se a Comunidade Terapêutica Shekinah da igreja Quadrangular, que realiza um trabalho alicerçado no poder de Deus para transformar pessoas. O grupo encaminhou algumas pessoas que vêm se beneficiando da oportunidade de recuperação naquela entidade. O Grupo de Apoio vem mantendo uma relação de parceria com a Comunidade Terapêutica Shekinah.
Sônia Maria Dias
Para assistir as demais partes, clique nas pequenas telas que aparecem ao final do vídeo ou clique aqui e veja direto na página do Youtube.Lembre sempre: o virtual não substitui o real. Participe da vida em comunidade.
No dia 26 de janeiro de 2008 a Missão Pontal da Barra viveu um dia esportivo. Um pequeno torneio de futebol foi organizado. A Escolinha funciona segundas, quartas, sextas e sábados sob a coordenação de Vilson, Edison e Gabriel. E, no mês de janeiro a turma estava empolgada com o torneio. Foi muito gratificante ver a alegria no rosto de cada um deles.
No início do projeto apareceram várias crianças. Com o passar do tempo as regras e responsabilidades de cada um foram ficando claras. Com isso, o número de crianças diminuiu. E, os trabalhos prosseguem com aqueles que realmente desejam levar a sério os objetivos propostos.
O torneio contou com dois times do projeto e outros três convidados. Além de todas as regras normais do futebol, uma novidade marca a Escolinha e esteve presente também no torneio: é proibido o uso de palavrões. Quando alguém insiste em não obedecer a regra é advertido com cartão amarelo e, na próxima vez, cartão vermelho.
Foi motivo de grande alegria ver a turma da escolinha. Seu comportamento foi elogiável. Um exemplo para o público e para os times convidados. É visível como Deus vem agindo sobre a vida de cada criança. As pequenas transformações percebidas são gratificantes.
Deus é fiel quando nos envia para a missão. Eu tenho certeza que a nossa função é levar o Evangelho às pessoas. Deus faz o restante da obra. A turma do futebol também é incentivada a participar nas atividades da missão na garagem. E, todos têm sido fiéis também nisto.
A Missão Pontal da Barra Oferece também outras atividades e programações:
Aulas de violão: Estamos sem professor. Precisamos de voluntários.
JABCD (Jovem Adolescente Buscando Conhecer a Deus) – Trabalho coordenado pelas jovens Márcia, Isadora e Fabiane. Todos os sábados às 15 horas.
Crianças: Escolinha aos sábados às 16:15 sob a coordenação de Fabiane e Cleiciane.
Cultos: Sempre no primeiro e terceiro domingo do mês às 20 horas.
Edison e Cleiciane